terça-feira, agosto 26, 2008

Momentos dignos de um óscar! Parte III

Como tinha prometido, aqui estão mais uma série de momentos que faz bem recordar. Peço desculpa, mas desta vez vai ter que ser mesmo em video, mas de certo que n se importam, acho eu!

Espero que gostem...

Beijinhos e Abraços....!!!

segunda-feira, agosto 18, 2008

Momentos dignos de um óscar... Parte II

Podia ter explicado que fotos eram aquelas que cairam de pára-quedas aqui no blog, mas por lapso, passou-me! Durante algumas semanas, irei postar no blog, algumas fotos de momentos memoraveis que se passaram nos Açores. Cada ângulo, cada zoom, cada flash que algumas objectivas captaram, estaram aqui para serem recordados. São fotos que muitos não conhecem, fotos de todas as máquinas (quase todas) e em regime de semana a semana, estarão aqui para vocês se lembrarem daqueles momentos, e daquelas saudades! Da outra vez postei mesmo as fotos, desta vez, decidi ser original, e então aqui está, um filme! e tentarei sempre ser original! Espero que desfrutem...

Ah, quanto á musica, é uma musica que se encaixa bem naquilo que aprendemos este ano e chegámos á conclusão na noite da avaliação! Espero que gostem...

Bjs e Abraços... !

sábado, agosto 16, 2008

AÇORES’ 08

(26.Julho - 2.Agosto)

As reuniões de empreendimento, as piscinas, os igloos, o powerpoint, as mochilas feitas à última da hora.
A directa conjunta. O encontro às 4h da madrugada no aeroporto, as malas embaladas, as almofadas insufláveis, a bagagem fora de formato, as cartas, o peixinho e o 40 apanha, a loja do aeroporto sem tax-free, os perfuimes e as embalagens de chocolate gigantes. A viagem, os outros escuteirinhos, os lugares no avião, o “joana, salva-me!”, as sandes salgadas, a chuva torrencial e o desânimo, as casas-de-banho mistas, as malas demasiado embaladas. O começar a apaixonar pelas paisagens açoreanas e as vacas, a chegada a Vila Franca do Campo, o horário de actividades que ficou esquecido, as igrejas fechadas, a sede dos escuteiros, a arrumação por equipas muito aldrabada. As casas-de-banho imundas, o foguete, as compras, a Casa Cheio e o Mcosta, a praia pertinho, o tubarão e a areia preta. O gás fechado, os douradinhos na panela grande e a cozinheira empoleirada na cadeira. O refazer as mochilas, o “dar-lhe os pés”, os que queriam dormir e desistiram entretanto, o Yves Larock ouvido da janela, a falta de horas de sono a falar mais alto.
O sr.simpático do autocarro da câmara que contava infinitas histórias sobre tudo e mais alguma coisa, a Lagoa do Fogo e o nevoeiro, a Caldeira Velha e os percursos pedestres, a água quente e o banho rápido de cascata, os chás de Gorreana e os biscoitos, a falsa cascata e os banhos de calções de campo, as paisagens. O parque de campismo do Nordeste, a subida infinita, os açoreanos a fazer à miúda de amarelo e o caminho mega macabro. A piscina natural nojenta e as corridas de natação, o percurso bastante irregular pelo rio, as pedras escorregadias, os guinchos, os telemóveis afogados, os cães, as roupas completamente encharcadas. As batatas, as febras esquecidas, a prata e a batata doce e o frango assado chulados ao acampante simpático, o “Gay Armado em Possi”os cagarros barulhentos e o dormir cedo (a pseudo-almofada partilhada e os espasmos).
A caminhada com tudo atrás, o dalmata. O farol, as histórias de mar fantásticas contadas em açoreano, o calor insuportável, o eco. A subida mega ingreme, o autocarro, a chefeia. A cidade de Ponta Delgada, os cachorros quentes, o produto, os gelados de tangerina, o “nos Açores somos pioneiros”, o outro autocarro, o regresso a “casa” e um pouquinho de praia ainda. O jogo do rabo, a fogueira, a pedra de 100kg, as febras grelhadas e o esparguete, o Tiago. As baratas e as lesmas gigantes. A caminha.
O “são horas de acordar, são oito horas e zero zero minutos!”, os relatórios e as escalas de serviço, o apalpão da velha e a carteira. Mais uma viagem com o sr. do autocarro do câmara, o poema, o esforço para não dormir, mais contos e histórias, as Sete Cidades, as Lagoas Verde e Azul, os passeios de burro, as comprinhas, os morangos com chantily. A estufa de ananases e o licor, o óleo de atum escorrido para as sargetas no meio da rua e as melâncias. As mochilas só com o essencial, os pseudo-2km, o caminhos dos escuteiros, a subida infinita e a falta de água. O campo e o rio magníficos e as 4 vacas, as palhinhas, as crises de estupidez, os abrigos, os banhos de água gelada tonificantes e as mini-quedas de água revitalizantes. Os problemas de gajas e o abraço apertado. A ração de combate e as tribos, as estacas, os tenis, as tendas e os abrigos desmontados. O jogo de equilíbrio prepositadamente empatado e o banho nocturno revigorante. A chuva, o “já foste!”, as partidas nocturnas de vingança e a noite na tenda alagada a bater o dente de frio.
O regresso a campo e os banhos merecidos, o posto médico e a pica no rabo. Os jogos, as torres e as pontes, a salame de chocolate, o frango desfiado e o Sol Mar. A Equipa Brioche vs Equipa do Reumático, o Zadrinass, o “não vacila!” e as focas. O mata e a continuação do exercício físico, os sacos-cama desaparecidos, o chá e o verniz das unhas, a rodinha de camas virada para o João, a pasta dos dentes.
Os horários de transportes públicos engandos, o Furnas vs Ilhéu em que venceu a primeira, os ténis da Sara, o autocarro, as caldeiras, a água com gás e ácida e com sabor a enxofre, o calor horrível, os vapores com cheiro a ovo podre, a água verde, o almoço de sandes mega secas comidas no passeio à beira da estrada. O parque Terra Nostra vs piscinas quentes à borla e sestas, o progenitor, a progenitora e o tio, os jardins infinitos e absolutamente lindos, os cisnes e o pão, os nenufares, as pioneiras spé fashions e a chefeia, os banhos de água demasiado quente, laranja e que não nos deixava respirar. A paragem e o autocarro, a praia com água fria e as guerras de areia, o hugo e o dani sem boxeres e o velho de bigode a nadar ao pé deles, os banhos de mar forçados com toalhas de praia e lenços incluidos. O arroz de peixe e os gelados, a Joana, as limpezas e as mochilas arrumadas. A pasta dos dentes e o descanso.
As últimas limpezas e as mochilas à porta, o barco e o Ilhéu, mais assaltos aos boxeres e as mulheres com óculos de mergulho, os saltos colectivos e os gritos, o Gonçalo, o “com Savora tudo melhora!”, a casa-de-banho da praia, os autocarros públicos para Arrifes sem bagageira atolhados de malas de escuteiro, a farda que acenta lindamente no Dani, o João, a Sede de escuteiros novinha de fazer inveja, as músicas cantadas ridiculamente aos gritos da forma mais parola possível (a música do Orelhinhas, que sempre nos acompanhou). O passeio por Ponta Delgada, o velho que apalpou o Vitor, os galões, o chá, os cintos, os hamburguer e as batatas fritas, os gelados e os fondues de chocolate. O regresso à Sede, o jogo de palavras e as lembranças de Palma de Maiorca, o café e o pão com doce, as canções e os textos, a mega avaliação do ano que durou 6 horas, as lágrimas e as gargalhadas. O completo desgaste (as conversas e os ataques de riso nocturnos, os telemóveis com despertador e os pratos de alumínio).
As 2 horas de sono, as breves limpezas e o pequeno almoço na rua, as mochilas na carrinha de caixa aberta e a caminhada até ao aeroporto. As sandes e as meloas, as mochilas não embaladas, o avião gigante e as gomas para todos. A chegada a Lisboa, os familiares e o aplauso, o André e a Sara, o João Vaz e o Migalha. A nossa sede, o fim.

Brutalidade de Actividade! Foi absolutamente fantástico!
=’D

[vai deixar muitas saudades]

segunda-feira, agosto 11, 2008

Momentos dignos de um óscar...





Sempre a tempo de uma aparadela...

E o espelho cor-de-rosa fica ali que é uma beleza!



Um olhar penetrante e imenso sobre o rasgado horizonte açoriano!



A evocar Zadrinass... «Tudo por Zadrinass...»












Já não sei é se esta gente está a fazer o mesmo, ou se está mesmo a dormir... Uma coisa é certa, disfarçam bem... muito bem!



O chefe também tem direito aos seus 5 minutos de fama!



O Sr. Motorista fez'nos um poema... (desculpem se não está muito preceptivel, qualquer coisa, digam que eu mesmo faço um post do poema)

"À minha maneira, à minha maneira, à minha maneiraaaaa...." tá tudo dito...e visto!




















Ainda houve tempo para um "escaldante" banho nocturno, e um salto para o imenso azul...



São 21 pessoas, 21 sorrisos, 21 tristezas, 21 incertezas, 21 saudades, 21 amizades e são variados os momentos que fazem bem ser recordados... e uma coisa é certa: "Experiência é o nome que nós damos aos nossos próprios erros." (Oscar Wilde)
Recordem todos estes momentos... (nem que seja por Zadrinass!)

domingo, agosto 03, 2008

AÇORES! =D*


Um novo rumo para o nosso azul! ='D

[Vai deixar saudades!]
.Saudades de adormecer num colchão velho, numa tenda cheia de gente ou numa carpete completamente cheia de pó. Saudades de acordar com imensos despertadores ('São horas de acordar!.São oito horas e zero zero minutos!'). Saudades de fazer compras no Sol Mar. Saudades das viagens de autocarro com malas gigantes. Saudades do Nestum ao pequeno-almoço e de sandes a uma das refeições. Saudades de baratas a passear pela sede. Saudades de dias que pareciam intermináveis e com imenso para conhecer. Saudades dos Açorianos e da maneira esquisita de falar deles. Saudades do Zadrinass, da Brigada do Reumático e do 'Não vacilem'. Saudades do 'Já fosteee!'. Saudades vossas e dos vossos pormenores.